quarta-feira, 15 de abril de 2015

VINHO E ANTIBIÓTICOS

Atenção amantes do vinho. Não levem a sério o MITO URBANO segundo o qual quem está fazendo uso de antibióticos não pode consumir bebidas alcoólicas. Lembrando que vinho é hábito alimentar.


Todo mundo já ouviu falar sobre o mito comum de que bebidas alcoólicas jamais devem ser misturadas com antibióticos. É verdade que o álcool pode interagir com alguns poucos medicamentos, causando náuseas, vômitos, convulsões, cólicas abdominais, dores de cabeça, erupções na pele e aceleração do ritmo cardíaco, mas a maioria destas interações é bem conhecida dos médicos.

O que vale realmente é o fato de que o álcool pode exercer uma carga extra de trabalho sobre o fígado e o sistema imunológico, além de prejudicar sua capacidade de julgamento, liberando tendências agressivas e reduzindo os níveis de energia do organismo.

Apenas algumas classes de antibióticos devem ser evitadas quando se está ingerindo bebidas alcoólicas. É importante abster-se completamente de álcool se você estiver utilizando os seguintes antibióticos:

• Metronidazol: os efeitos colaterais incluem erupções cutâneas, falta de ar, dor de cabeça, batimentos cardíacos acelerados ou irregulares, queda da pressão arterial, náuseas e vômitos.
• Tinidazol: é quimicamente semelhante ao metronidazol e pode causar as mesmas reações.
• Furazolidona.
• Griseofulvina.
• Antimaláricos (Quinacrina).
• Sulfametoxazol.

FONTES:
Referências Bibliográficas

1. Richards D, Aronson J. Oxford Handbook of Practical Drug Therapy. Oxford University Press, 2005 Edition.

2. Dale DC (Editor). Infectious Diseases: The Clinician's Guide to Diagnosis, Treatment, and Prevention. WebMD Professional Publishing, 2003 Edition. x

3. Katzung BG, Katzung B. Basic & Clinical Pharmacology – 9th edition. McGraw-Hill Medical; 2003.

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